POLÍTICA

Na Cúpula do Clima, Bolsonaro fala firme e não se intimida

Se enganaram aqueles que acreditaram que após a pressão esquerdista dessa última quarta-feira (21), Jair Bolsonaro e Ricardo Salles chegariam acanhados para a Cúpula do Clima. No discurso, Bolsonaro desafiou aqueles que pensam que o Brasil é o ”bicho-papão’ do clima.

O presidente da República ressaltou os pilares ambientalistas históricos da nossa nação, e o nosso agronegócio, que é um dos únicos do mundo que conseguem produzir e preservar o meio-ambiente ao mesmo tempo. ”Participamos com menos de 1% das emissões históricas de gases de efeito estufacontamos com uma das matrizes energéticas mais limpas, com renovados investimentos em energia solar, eólica, hidráulica e biomassa, (…) Temos orgulho de conservar 84% de nosso bioma amazônico e 12% da água doce da Terra”. Por fim, Bolsonaro comprometeu-se a ”eliminar o desmatamento ilegal até 2030, com a plena e pronta aplicação do nosso Código Florestal.”

Mas o que resta é saber se os líderes internacionais também se comprometerão com essa pauta, visto que, apesar do Brasil ser o país mais difamado quando se trata de preservação ambiental, as potências européias são as que mais desmataram sua própria vegetação nativa.

E por que toda essa desproporcionalidade? Por que só falam mal do Brasil? Por um motivo muito simples: como as potências do Primeiro Mundo concorrem contra nosso agronegócio, e também compram dele, quando o meio-ambiente brasileiro é difamado, os preços dos nossos produtos agrícolas são pressionados no mercado internacional, o que favorece os estrangeiros. Mas isso você não vê a imprensa tradicional falando…