POLÍTICA

Lula é apenas uma distração: O verdadeiro profeta do “evangelho de Soros” está ascendendo desde o RS

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Ganhou ampla discussão na mídia uma notícia que, realmente, nem chega a causar surpresa:

“Fachin anula condenações de Lula relacionadas à Lava Jato; ex-presidente volta a ser elegível”.

Não surpreende pois é notório que o ativismo jurídico está impregnado no judiciário. Quase 70% do ‘Supremo Tribunal Federal’ (STF) é, hoje, o resultado nefasto de indicações do PT (Lula e Dilma). O mesmo Fachin que decidiu anular as condenações de Lula pode ser visto em um vídeo fazendo campanha para a ex-presidente Dilma.

Portanto, como tenho insistido em outros textos, julgo sem sentido toda a discussão teórica sobre as decisões dos ministros do STF. Imediatamente após decisões como a de anular s condenações de Lula acompanhamos acaloradas discussões abordando aspectos constitucionais, legais, filosóficos, etc.

Todavia, essa, parece-me, é uma discussão irrelevante, pois tais decisões, segundo vejo, não são fundadas teoricamente, mas se baseiam nas idiossincrasias dos ministros do STF. Seu ativismo jurídico é inequívoco. E, com isso, o judiciário, mesmo em sua instância máxima, deixa de resguardar e fomentar aquele valor para cuja proteção ele foi criado: a justiça.

De qualquer forma, esse não é o ponto que quero abordar. Me interessa tecer algumas considerações sobre alguns dos desdobramentos referentes à anulação das condenações de Lula, as quais enfatizaram sobretudo o fato de ele ser, agora, “elegível”.

Ora, minha questão é: do fato de ele ser elegível ele se torna, automaticamente, um player relevante para a esquerda nas eleições de 2022?

Tenho sérias dúvidas sobre a significância de Lula em uma possível candidatura à presidência da república.

E isso por várias razões, desde seu desgaste em virtude de todos os processos sofridos (afinal, do fato de suas condenações terem sido anuladas pelo STF não se depreende que ele seja inocente, tampouco que as pessoas acreditem em sua honestidade) até sua (e da esquerda que ele representa) obsolescência.

Segundo vejo, atualmente temos dois espectros distintos de esquerda: 1. a, digamos, “esquerda raiz”, representada por Lula, e 2. a “esquerda elitista”, ou, ainda, “globalista”, encabeçada por bilionários, dentre os quais se destaca George Soros.

Mas instituições como o ‘Fórum Econômico Mundial’ se sobressaem quando nos referimos ao “globalismo”, o qual representa uma mentalidade planificadora com abrangência global, cujo propósito é “criar” um “novo homem” e um “novo mundo”, ou seja, uma distopia tecnocrática na qual serão revogados os direitos humanos (individuais).