POLÍTICA

COMUNISMO: O MAL PERPÉTUO

Quando eu era criança ouvia histórias de terror, que os comunistas comiam criancinhas. Olhos arregalados, coração aos pulos, eu ficava muda tentando não escutar essas barbaridades.
Já na idade adulta ria deste período por considerá-lo invenções das lendas urbanas.
Só depois na maturidade, comecei a tomar ciência de que aquilo, não só era verdade, como muito pior.
Tornando-me membro da Gazeta do Povo recebi um E-Book sobre a que ponto de crueldade o comunismo chegou.
Neste pequeno espaço, impossível, relatar as cenas dramáticas da construção do inferno, muito além dos tachos fumegantes que povoam nossa imaginação como castigos pós morte.
De 1957 a 1971 só ouviamos conquistas orgulhosas da´Rússia como o primeiro homem a conquistar o espaço, Yuri Gagarin, a estação fora da terra, mas nada sobre Sibéria, Gulags, matança de opositores, canibalismo, crianças mortas a pauladas e barras de ferro, fome, prisões infectadas, trabalhos forçados e a proibição de PENSAR CONTRA O REGIME.
Holodomor, a escassez imposta por Stalin – o maior demônio que ja existiu na Rússia – imposta aos ucranianos matou milhões, colheitas se perderam por completa ineficiência do Estado. O martírio chegou ao ponto, de pais comerem os próprios filhos, alguns que morriam por inanição e outros, que eram precipitados à morte para servirem de alimentos.
Eis a motivação do que ouvia na infância, “russo come
criancinha”. Não era invenção, era fato.
Ninguém escapava da infelicidade permanente: homens do povo, burguesia, intelectuais, fazendeiros expoliados de suas terras, TODOS, vítimas dos Gulags por onde passaram 18 milhões, 1,7 sendo mortos.
16 países do Ocidente consideram Holodomar como o Genocídio que matou mais que a Alemanha de Hitler.
A Romênia, outro país satélite da União Soviética destruiu uma geração inteira de crianças, tirando-as dos seus pais por considerá-las objetos do Estado. Por sinal a teoria estapafúrdia da enlouquecida deputada petista Erika Kokai .
Orfanatos em condições fétidas, as crianças não poderiam sorrir nem demonstrar qualquer tipo de emoção. Eram condenadas ao Silêncio absoluto, o que gerou transtornos psicológicos irreversíveis, loucura, suicídios. Muitas contaminadas por hepatite e Aids.
Tempos depois descobriu-se o Terror na Ditadura da Coréia do Norte, em que para controle da população recém-nascidos foram mortos aos milhares e a proibição do suicídio como único escape à degeneração humana.
Quando as idéias foram exportadas da Rússia para a China o MAL atingiu seu ápice, a ponto de filmes de Terror passarem a ser contos de princesas e castelos, perto do que aconteceu.
Segundo inúmeros historiadores Stalin e Mao mataram muito mais do que o NAZISMO mas o controle da Mídia dos dois países, a penetração do COMUNISMO nas universidades,´governos, sindicatos, ongs , falsa intelectualidade, partidos de Esquerda não deixa que a VERDADE seja ao alcance de TODOS.
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Sara Emilia Vicente, Regina Tiziani Giallucca e 1 outra pessoa