COMPORTAMENTO

Cinco mentiras que contaram para você sobre o agronegócio

Olá! Tudo certo? Aqui é Jones Rossi, editor de Ideias da Gazeta do Povo.
Talvez você já tenha ouvido bastante por aí que a maior parte da comida que chega a sua mesa venha da agricultura familiar, que os grandes produtores estão acabando com a floresta amazônica e que os pesticidas são usados em exagero no Brasil. O que não faltam são afirmações enviesadas — quando não explicitamente errôneas — que tentam difamar um dos setores mais bem-sucedidos e dinâmicos da economia brasileira: o agronegócio.
A alegação de que os alimentos orgânicos são mais saborosos e mais saudáveis, por exemplo, não tem base científica. Além disso, são os alimentos transgênicos que usam menos pesticidas e têm capacidade para alimentar cada vez mais pessoas, tendo um papel decisivo na redução da fome em escala global.
Outra afirmação falsa que é amplamente difundida é a de que os antibióticos e hormônios usados nos animais são prejudiciais, pois elas supostamente se acumulariam na carne posteriormente consumida pelos humanos. Não existe comprovação científica, mais uma vez, de que esses produtos se acumulem na carne dos animais.
Nesta reportagem, Tiago Cordeiro desfaz cinco mitos que são repetidos à exaustão sobre a agricultura e a pecuária brasileiras, acabando com a desinformação sobre o agronegócio. Confira:
QUERO SABER QUAIS AS MENTIRAS CONTADAS SOBRE O AGRONEGÓCIO
Estudo endossa antidepressivo para tratamento precoce contra a Covid-19
Os historiadores do futuro que estudarão a pandemia de Covid-19 provavelmente ficarão abismados com o falso dilema entre vacinas e tratamento precoce que se estabeleceu mesmo no meio de gente muito bem pensante.
Veja bem, não é o caso aqui de defender o uso de cloroquina ou ivermectina como políticas públicas de combate ao novo coronavírus, nada disso. É simplesmente reconhecer que quando as vacinas — que estão ajudando a debelar a pandemia — ainda não estavam disponíveis, era absolutamente justificável do ponto de vista médico e até humanitário fazer o uso de medicamentos off label na tentativa de combater a doença quando ainda estava em estágio inicial.
Também não ajudou o fato da politização excessiva em torno de assuntos que deveriam ser de foro exclusivamente médico — e os dois pólos políticos têm culpa no cartório. De qualquer forma, passado o pior período da polarização, novos estudos estão mostrando bons resultados no uso de medicamentos off label no tratamento de pacientes com Covid-19.
O geneticista Eli Vieira mostra como um estudo brasileiro traz boas notícias sobre a fluvoxamina, um antidepressivo capaz de reduzir significativamente as internações pela doença. Que isso sirva de lição para o futuro: em ciência, principalmente em situações de emergência, não devem existir certezas absolutas. A experimentação — levando em conta todos os protocolos éticos estabelecidos há décadas — é bem-vinda e salva vidas. Leia a reportagem aqui.
Pode ser uma imagem de uma ou mais pessoas e texto que diz "// Newsletter IDEIAS"