SAÚDE

CÍCERA ALVES, VACINADA E AMPUTADA

Por
Guilherme Fiuza
23/10/2021 20:23
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Cartão de Vacinação de Cícera Alves| Foto: Arquivo pessoal
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Como você já sabe, é proibido falar que vacinas contra covid são experimentais. Muitas mídias não gostam que se fale que as vacinas contra covid são experimentais. A maioria das mídias não tolera, não permite e até censura quem disser que as vacinas contra covid são experimentais. Só tem um problema: elas são experimentais. Estão em fase de desenvolvimento – pela primeira vez na história das vacinas um desenvolvimento feito na pele da população, às custas do contribuinte. Se a maioria está aceitando esse escândalo, quem somos nós para estragar o ritual.

O problema é que, sendo experimentais, essas vacinas feitas em menos de um ano contêm um universo de incertezas. Essas incertezas dizem respeito à eficácia da suposta imunização – que ensejam a mais flagrante das fraudes: o passaporte vacinal fascista, que é inútil como bloqueio sanitário, obriga cidadãos a se vacinarem por uma suposta ética de proteção coletiva que é falsa (já que a transmissão do vírus não é impedida) e nem o ministro da Saúde circulando em Nova York com covid apesar de vacinado com duas doses fez desmoronar a hipocrisia.

Se fosse uma hipocrisia inofensiva seria só um contratempo. Mas essas vacinas contêm também riscos ainda não inteiramente dimensionados e já constatados em múltiplas reações após a vacinação. Entre os efeitos adversos já detectados estão casos de trombose, miocardite e outros danos ao sistema cardiovascular, doenças autoimunes e neuropatias.

Qual o balanço entre o risco de um efeito adverso grave ou letal provocado pela vacina e o risco de uma evolução grave ou letal da covid? Ninguém no mundo sabe, porque as vacinas são EXPERIMENTAIS, seu desenvolvimento não está completo e, para piorar, a notificação espontânea de efeitos adversos numa vacinação em massa é uma fração do universo total. Para piorar um pouco mais, o lobby abafa o quanto pode com as milícias “checadoras” perseguindo todos os que não se sujeitam ao arrastão da propaganda vacinal e tentam um debate científico sério sobre o assunto.

Como aqui não estamos interessados em propaganda, nem em conversa fiada, vamos trazer o depoimento de mais uma pessoa real que não se deu nada bem com a vacina – e que, como a imensa maioria, não sabia os riscos que corria. Vamos ver se as agências de checagem aparecem para dizer que essa trabalhadora de 39 anos da região central do Brasil não existe.

Segue o depoimento que fala por si:

“Meu nome é Raimunda Cícera Alves do Santos.

No dia 25/08/2021 tomei a primeira dose da vacina Pfizer na minha cidade Araguatins (Tocantins). No mesmo dia eu senti dor local no braço esquerdo. No terceiro dia, 28/08/2021, comecei a sentir um inchaço na minha perna esquerda. No dia 02/09/2021, ao deixar o meu trabalho por volta das 18h, comecei a sentir muita dor no estômago. Foi uma dor muito forte e de repente desceu para a perna esquerda de uma maneira bem mais forte ainda.

 

Fui para casa e chegando em casa pedi para meu filho de 8 anos chamar a minha vizinha para que ela pudesse me socorrer. Logo após meu esposo chegou em casa e me levou ao Hospital de Araguatins. Chegando lá eles me deram remédio para dor. A dor não passou e eles me encaminharam para a cidade mais próxima, que se chama Augustinópolis/TO, isso tudo no dia 02/09/2021.

Chegando no segundo hospital eles me deram anticoagulante e morfina pois a dor era muito intensa. No dia 03/09/2021 o médico vascular do hospital pediu um exame de ultrassom da perna para detectar a causa da dor. Meu pé já estava bem roxo e a perna bem inchada. Foi com esse exame que eles detectaram a trombose venosa.

No dia 04/09/2021 o médico vascular pediu minha transferência para a cidade de Araguaína/TO, para fazer um procedimento de desentupimento da veia. Esse procedimento foi realizado no mesmo dia, mas mesmo assim não obtiveram sucesso e meu pé e perna continuaram inchados e com coloração roxa.

 

No dia 05/09/2021 o médico chegou para mim e disse que seria necessário fazer a amputação do meu pé esquerdo, pois ele já estava morto e sem circulação. Eu fiquei desesperada e pedi para que ele não fizesse isso, pois eu não queria perder o pé e acreditava que eu poderia ainda ter uma chance. Nesse meio tempo o médico me transferiu para o hospital da cidade de Teresina/Piauí, pois disseram que esse outro hospital teria mais recursos para me atender.

No dia 06/09/2021 fui transferida e lá os médicos me disseram que não seria possível fazer mais nada. Que seria necessário a amputação do meu pé e que a trombose já não estava apenas no meu pé e sim na minha perna. Nos dias que se seguiram os médicos fizeram alguns procedimentos de abrir a minha panturrilha para tentar salvar a perna, porém infelizmente não foi possível e no dia 09/09/2021 eles fizeram a amputação de meu membro inferior esquerdo do joelho para baixo.

Hoje me encontro acamada, com muitas dores, sem poder trabalhar, e dependendo da ajuda de outras pessoas.”

 

Cícera tem filhos para sustentar. Pare e reflita sobre o que está acontecendo. Cada um dos que estão aceitando silenciosamente essa imposição criminosa precisa averiguar se pode mesmo estar em paz com a sua consciência.

 

Guilherme Fiuza
Jornalista e escritor com mais de 200 mil livros vendidos – entre eles: “Meu nome não é Johnny”, “3.000 dias no bunker” (ambos adaptados para o cinema), “O Império do Oprimido” e “Manual do Covarde”, Guilherme Fiuza trabalha para veículos como Jovem Pan, Gazeta do Povo e Revista Oeste. Seus canais no YouTube, Twitter e Instagram somam mais de 1 milhão de seguidores. Seu sonho é parar de falar de política – assim que a política permitir. **Os textos do colunista não expressam, necessariamente, a opinião da Gazeta do Povo.

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