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Ativista de esquerda é preso por incitar ataque ao Capitólio

15/01/2021
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O ativista de Utah, John Sullivan, foi levado sob custódia na cidade de Provo (estado de Utah/EUA) na tarde de ontem (14) após compartilhar um vídeo de si mesmo dentro do Capitólio, enquanto manifestantes violavam a segurança.

Sullivan, 26, foi acusado em tribunal federal de:

Entrar ou permanecer intencionalmente em qualquer edifício ou terreno restrito sem autoridade legal;

Entrada violenta e conduta desordenada nos terrenos do Capitólio;

Interferir na aplicação da lei envolvida no desempenho legal de seus deveres oficiais incidente e durante a prática de desordem civil.

O documento de prisão afirma que Sullivan foi visto do lado de fora do prédio do Capitólio usando um microfone enquanto dizia à multidão:

“Estamos prestes a queimar esta mer___”, “temos que tirar Trump do cargo … fod_______ tirá-lo dessa merda. .. não vamos esperar até a próxima eleição … estamos prestes a tomar conta desta mer__________. ”

Enquanto estava no Capitólio, Sullivan usava um colete balístico e máscara de gás.

Ele nega todas as acusações e diz que estava no local ‘somente para documentar tudo’.

Ativista BLM, Antifa, anarquista ou agente do FBI?
John usa pseudônimos como “Ativista X”, “Ativista John” e “Jayden X.”

Há muita intriga sobre ele, pois ninguém parece ter certeza de quem ele é exatamente.

Membros da direita acreditam que ele está associado ao movimento Black Lives Matter (BLM) e à Antifa, que são conhecidos por se revoltar e se envolver em atividades ilegais.

De acordo com o jornalista Max Blumenthal, entretanto, os ativistas do BLM e da Antifa se desassociaram estritamente de John Sullivan e o consideram um indivíduo extremamente problemático.

John Sullivan ganhou destaque depois de aparecer na CNN para um bate-papo com o âncora Anderson Cooper sobre o vídeo que ele havia capturado de Ashli ​​Babbitt sendo baleado por um policial.

Babbitt era um veterano pró-Trump que foi baleado durante os protestos no Capitólio.

Na CNN, ele se apresentou como um ‘jornalista heróico’ que registrou o tiroteio para as câmeras. Anderson Cooper também o chamou de ativista de esquerda.