POLÍTICA

A ESCOLHA DO POVO

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Público
O voto não auditável – que segundo consta, será negado pelo Parlamento, por razões que a gente já sabe – vai ser o marco decisório do nosso FUTURO.
O Exército – a que o presidente se refere – são seus legítimos eleitores. Não são as Forças Armadas. Estas não tomarão iniciativa alguma, para derrubar a Representatividade da Câmara, do Senado.
A conversa da corda esticada, não passa de uma balela para enganar trouxas.
A História, em 1964, foi uma lição inesquecível. Elas, as Forças, assumiram o Poder e levaram chumbo grosso da população, em mais de 30 anos, quando o Comunismo/Socialismo retornou com força – antes disfarçada por Fernando Henrique – explícita com a dupla Lula/Dilma.
Os brasileiros, já estão mais do que avisados, por uma pequena Mídia das redes, mostrando a realidade do Golpe em suas diversas facetas – ações inconstitucionais do STF, roubalheira política, a “falsa” intelectualidade alegando um Iluminismo inexistente – que eles chamam “Progressistas”.
Para completar o cerco, o alto funcionalismo top, recheado de salários majestáticos e mordomias inexplicáveis para um país pobre.
Também nesta quadrilha, artistas acostumados à vida rica – não por causa de seus talentos – pela mamata fácil da lei Rouanet, verbas governamentais espúrias bancando shows ´e filmes medíocres, para um bando de oportunistas, que não conseguem ganhar licitamente.
Quanto à votação – que já se avista – dada pela informação de Bolsonaro – as urnas eletrônicas serão usadas para falsificar as eleições – consequência inevitável para eleger Lula.
Nesse embate, a sociedade ficará mansa como a boiada – esperando que Deus faça um milagre – ou reagirá com tremenda força da sua soberania exigindo Democracia?
Cuba, Venezuela e mais recente a Argentina não acreditaram nos avisos que foram muitos. Nem tão pouco os Estados Unidos, hoje governado pelo comunista Biden, que aos poucos transforma o “irmão rico’ em publiqueta, sepultando direitos individuais e estabelecendo uma ditadura branca.
Se cada povo tem o governo que merece – a expressão emblemática está na mesa das apostas. Qual será o nosso destino? Quem viver, verá.
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